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Conhecer as 7 dicas para implementar a LGPD no seu negócio é uma das melhores atitudes para prosseguir com a gestão. Bem como, atualmente é essencial estar de acordo com aquilo que a regulamentação da lei exige.

Enquanto você esse texto, acredite: um gestor pode não estar seguindo essas dicas e enfrentar algum problema. Simultaneamente, pode não entender o que está acontecendo e ser punido, multado e denegrir a imagem do negócio.

As 7 dicas para implementar a LGPD no seu negócio fazem muita diferença e a melhor opção é conhecer cada uma delas. Dessa forma, confira a seguir as informações para que você tenha uma gestão bem mais eficiente.

Quais são as 7 dicas para implementar a LGPD no seu negócio e ter os resultados que a lei exige?

A Lei Geral de Proteção de Dados está em fase de implementação e tem muito potencial para fazer diferença. O principal é entender que mudará a forma como os dados são captados, armazenados, tratados, usados e excluídos.

Para saber o que fazer, é preciso ter acesso as 7 dicas para implementar a LGPD no seu negócio a partir de agora. Veja abaixo dica por dica e veja como melhorar os resultados, além de estar dentro do que é exigido pela lei.

1 – Nomeie um responsável: É preciso que um líder siga esse processo

Por fim, é primordial buscar um responsável para que consiga se tornar o grande responsável pelo processo. Assim, no tratamento de dados, é comum que seja nomeado como “Encarregado de Proteção de Dados”.

Se trata do famoso DPO (Data Protection Officer) e tem a função de monitorar o que é realizado por parte disso. A função é de monitorar e conscientizar os colaboradores no tema da proteção de dados, tendo uma escolha adequada.

Na hora de buscar por essa contratação, procure alguém capacitado e que cumpra com os requisitos que forem adequados. Ainda mais atualmente, é crucial ter atenção no que a Lei Geral de Proteção de Dados permite.

As 7 dicas para implementar a LGPD no seu negócio foram mostradas e é primordial colocar cada uma em prática. O tempo é o seu maior aliado e a melhor hora para começar é agora, porque está em fase de implementação.

2 – Organize a base de Dados Interno: comece fazendo a sua lição de casa

Em primeiro lugar, é primordial efetuar uma varredura de quais dados de pessoas físicas a empresa trata atualmente. A LGPD descreve quais são os dados pessoais e inclui os cookies, pois a informação pode ser de dois tipos:

  • Pessoa natural identificada;
  • Identificável.

É necessário entender mais um fato: os dados que forem sensíveis (etnia, religião, ideologia, etc) precisam de um tratamento especial. Em resumo, o ideal organizar a sua base e entender aquilo que útil para a empresa.

Caso não seja considerado algo positivo, é preciso desconsiderar e ter uma visão daquilo que realente é importante. Igualmente, traz a visão dos dados que a empresa tem na sua base e basta prosseguir no caminho correto.

A primeiras das dicas para implementar a LGPD no seu negócio, se resumo ao seguinte: organize corretamente a sua base de dados. Logo após, basta prosseguir no caminho correto para que você possam aplicar.

3 – Defina os membros do Comitê de Privacidade

Se faz necessário que hierarquicamente a alta direção da Empresa faça parte e participe de todas as decisões relacionadas a proteção e privacidade de dados.

A LGPD determina que sua participação é essencial para definição da privacidade como essencial para o negócio e visto isso, quais são os papeis e atribuições do comitê?

O Comitê deve:

  • Disseminar a cultura de privacidade dentro da empresa.
  • Participar ativamente das atividades de definição e aprovação das Políticas, Planos, Análise de Riscos e Impactos na Empresa.
  • Terá o compromisso e serão responsáveis pelas demandas de Titulares e atendimentos à ANPD, independente do DPO/Encarregado de Dados que é o interlocutor entre todos.

4 – Selecione o enquadramento legal: A lei é importante e deve ser um dos fatores à serem considerados

Certamente que a LGPD estabelece 10 bases jurídicas diferentes para as mais diversas companhias que existem. Juntamente com esse fato, o foco é tratar os dados pessoais e precisa ser feito de acordo com o que a lei exige.

Sob a visão dos negócios comerciais, a realidade é que os maiores enquadramentos são considerados de Interesse e Consentimento Legítimo. Entretanto, o processo deve ser feito por aqueles que entendem desse tema.

A companhia deve se adequar a um desses fundamentos para que possa conseguir, independente daquilo que aconteça. Em seguida, é mais simples de prosseguir e a tendência natural é que possa funcionar cada vez melhor.

Fazer uma lista com as dicas para implementar a LGPD no seu negócio, é primordial citar essa informação. O mais importante é prestar atenção nesse detalhe e aplicar apenas depois de ter atenção nesse recurso.

5 – Defina um modelo de autorização para obtenção dos dados: A padronização é importante

Se a sua opção for apenas para coletas consentimentos, lembre-se de obter uma maneira para obter esse tipo de autorização. Da mesma forma, a lei compreende que esse consentimento é um tipo de “pronunciamento livre”.

É preciso que esse fato seja informado e de modo inequívoco, uma vez que deve ter o consentimento dos titulares. Ou seja, entre as dicas para implementar a LGPD no seu negócio é primordial ter atenção nisso.

O processamento dos dados pessoais deve ter um propósito específico e a melhor opção é estar dentro disso. Na hora de criar um modelo de autorização para obtenção dos dados, lembre-se de prestar atenção nesses detalhes.

Dica especial para conseguir: integre os departamentos e todos precisam participar desse processo importante para o negócio. Afinal, a tendência é que funcione melhor e faça atingir os objetivos almejados desde o início.

6 – Invista em cibersegurança: A segurança é uma premissa

Independente do tamanho ou mesmo do segmento da empresa, saiba que existem algumas proteções necessárias aos dados. Ao mesmo tempo, a ideia é evitar invasões e o risco de algum dado vazar, porque pode ser perigoso.

Se os dados forem sensíveis, é preciso buscar por uma solução sofisticada e que evite os ciberataques. Nesse cenário, até empresas maiores sofreram com ataques e o exemplo mais notório foi o que Facebook recentemente.

A proposta é ampliar a segurança da empresa e estar dentro daquilo que a lei prevê para esse fato. Juntamente com esse fato, a LGPD prevê a adoção de política de boas práticas possa ser considerada uma premissa interna.

As infrações devem ser minimizadas e pode gerar punições, multas e até mesmo a perda de uma imagem positiva da empresa. Em outras palavras, é melhor investir em prevenção do que gastar com os efeitos desse descuidado.

7 – Faça a Gestão do Programa de Privacidade

Não adianta a empresa simplesmente se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados se ela não der continuidade na manutenção, métricas, indicadores e atualização periódica do Programa de Privacidade.

Pois a legislação exige que demostrar estes aspectos é importante para avaliar não apenas a maturidade da Empresa, como também validar seus modelos de Análise de Risco e Impactos, como também as definições de controles de mitigação.